Dubai Telegraph - Retirar os escombros para reabrir o porto de Baltimore, uma tarefa 'complexa'

EUR -
AED 4.224055
AFN 73.034746
ALL 93.912556
AMD 423.509494
ANG 2.059295
AOA 1055.298283
ARS 1652.513696
AUD 1.637006
AWG 2.070333
AZN 1.954332
BAM 1.938266
BBD 2.317733
BDT 141.263308
BGN 1.944825
BHD 0.433739
BIF 3440.203335
BMD 1.150185
BND 1.474263
BOB 7.980803
BRL 5.855363
BSD 1.15079
BTN 108.762098
BWP 15.419509
BYN 3.185978
BYR 22543.626
BZD 2.314463
CAD 1.623049
CDF 2668.429339
CHF 0.921954
CLF 0.025886
CLP 1018.787718
CNY 7.772318
CNH 7.779921
COP 3950.885475
CRC 524.15827
CUC 1.150185
CUP 30.479903
CVE 109.670229
CZK 23.926206
DJF 204.410724
DKK 7.402752
DOP 67.400776
DZD 152.835402
EGP 57.40366
ERN 17.252775
ETB 182.160574
FJD 2.569169
FKP 0.858573
GBP 0.866384
GEL 3.042238
GGP 0.858573
GHS 12.994445
GIP 0.858573
GMD 83.963142
GNF 10095.747706
GTQ 8.771724
GYD 240.722336
HKD 9.014132
HNL 30.706716
HRK 7.532445
HTG 150.290417
HUF 345.802709
IDR 20414.173491
ILS 3.38297
IMP 0.858573
INR 108.47337
IQD 1506.74235
IRR 1581504.374934
ISK 143.002537
JEP 0.858573
JMD 182.003529
JOD 0.815503
JPY 184.332097
KES 148.972166
KGS 100.583404
KHR 4615.109336
KMF 488.828408
KPW 1035.166903
KRW 1738.924442
KWD 0.35437
KYD 0.959024
KZT 561.198313
LAK 25338.575324
LBP 102999.066812
LKR 385.525743
LRD 209.506002
LSL 18.627083
LTL 3.396197
LVL 0.695736
LYD 7.332452
MAD 10.63348
MDL 20.081337
MGA 4830.776941
MKD 61.059454
MMK 2415.32615
MNT 4116.951662
MOP 9.284806
MRU 46.099467
MUR 54.208496
MVR 17.782141
MWK 1996.721456
MXN 19.882477
MYR 4.675277
MZN 73.499243
NAD 18.635202
NGN 1563.239036
NIO 42.108388
NOK 11.060296
NPR 174.018253
NZD 1.990508
OMR 0.442244
PAB 1.15079
PEN 3.925018
PGK 5.046724
PHP 69.44013
PKR 320.0944
PLN 4.195495
PYG 7022.472113
QAR 4.187251
RON 5.183926
RSD 116.25041
RUB 83.930778
RWF 1711.47528
SAR 4.315372
SBD 9.272129
SCR 16.235003
SDG 690.685314
SEK 10.948358
SGD 1.474571
SHP 0.858729
SLE 28.467414
SLL 24118.808572
SOS 657.339385
SRD 42.938737
STD 23806.507286
STN 24.613959
SVC 10.069
SYP 127.132361
SZL 18.629409
THB 37.420695
TJS 10.667696
TMT 4.037149
TND 3.349052
TOP 2.76937
TRY 53.420578
TTD 7.817282
TWD 36.298116
TZS 3019.239041
UAH 51.538512
UGX 4257.48521
USD 1.150185
UYU 46.460109
UZS 13807.970761
VES 685.552123
VND 30279.77031
VUV 136.859249
WST 3.151221
XAF 650.07617
XAG 0.016846
XAU 0.000268
XCD 3.108433
XCG 2.07402
XDR 0.809382
XOF 649.854731
XPF 119.331742
YER 274.462925
ZAR 18.840732
ZMK 10353.037051
ZMW 20.339997
ZWL 370.359101
Retirar os escombros para reabrir o porto de Baltimore, uma tarefa 'complexa'
Retirar os escombros para reabrir o porto de Baltimore, uma tarefa 'complexa' / foto: Mandel NGAN - AFP

Retirar os escombros para reabrir o porto de Baltimore, uma tarefa 'complexa'

Vários guindastes flutuantes estão no porto de Baltimore nesta sexta-feira (29) para retirar a estrutura de aço e o navio, "quase do tamanho da Torre Eiffel", que derrubou uma ponte, provocando a morte de seis operários latino-americanos, mas a tarefa é "complexa", segundo as autoridades.

Tamanho do texto:

O porto de Baltimore, na costa leste dos Estados Unidos, é um dos mais movimentados do mundo.

"Precisamos limpar o canal e abrir o tráfego às embarcações" porque "disso depende a saúde da economia de Maryland e a nacional", afirmou, nesta sexta, o governador do estado, Wes Moore, durante uma coletiva de imprensa.

Mas esta é "uma operação consideravelmente complexa", com um bloco de aço caído sobre uma embarcação "quase do tamanho da Torre Eiffel", acrescentou.

Alguns dos contêineres estão "partidos ao meio, como se fossem papel machê", afirmou o governador, que inspecionou os danos.

A dificuldade de navegar, com "fortes ventos e cabos elétricos", não facilita as coisas, assegurou.

Para retirar o bloco de aço, a Marinha americana se comprometeu a fornecer guindastes enormes, dois dos quais já chegaram. O terceiro chegará durante a noite e o quarto, na segunda-feira, segundo as autoridades.

Um deles poderá erguer cerca de 1.000 toneladas. Mas parte dos destroços da ponte Francis Scott Key caíram sobre o cargueiro Dali e o peso varia entre 3.000 e 4.000 toneladas.

Nas próximas semanas, o governador espera ter funcionando na água um total de sete guindastes flutuantes, dez rebocadores, nove barcaças, oito navios de salvamento e cinco barcos da guarda-costeira.

A retirada dos escombros é essencial para reconstruir a ponte, que colapsou na madrugada de terça-feira como um castelo de cartas, depois que o cargueiro Dali se chocou contra a estrutura, aparentemente devido a um problema em seu sistema de propulsão.

Responsáveis conseguiram emitir um alerta que permitiu interromper o tráfego, mas naquele momento oito operários latino-americanos faziam reparos no asfalto da autopista e caíram na água.

Dois foram resgatados pouco após o desabamento e os corpos de outros dois foram recuperados, mas outros quatro continuam desaparecidos e os mergulhadores suspenderam as buscas até o fim dos trabalhos de limpeza, devido aos riscos da operação.

A tragédia chocou a comunidade de migrantes, sobretudo os operários que costumam trabalhar em condições difíceis.

"Estamos todos com vocês, aqui, agora, e sempre!", exclamaram, nesta sexta-feira, em Baltimore, durante uma coletiva de imprensa, integrantes da We are Casa, uma organização de defesa dos migrantes, que os homenageou.

"Em um país onde os migrantes são frequentemente demonizados (...), somos lembrados, mais uma vez, das enormes contribuições que os migrantes dão a este país", afirmou Gustavo Torres, diretor de uma organização que pediu ao presidente, Joe Biden, que se mobilize por eles.

"Agora é o momento de o presidente dar ajuda a estes trabalhadores que, juntamente com seus irmãos e irmãs nascidos nos Estados Unidos, constroem este país", acrescentou.

Vestindo capacetes e coletes fluorescentes como os dos operários, os migrantes pediram ao governo um Status de Proteção Temporária (TSP, na sigla em inglês), que os proteja da expulsão quando as condições em seu país de origem os impede de retornar em segurança.

O hondurenho Victoriano Almendares, eletricista que mora há 21 anos nos Estados Unidos, contou que passou mais de um ano no hospital devido a um acidente de trabalho que lhe causou lesões nas costas, no estômago e na cabeça.

"Sofri muitas discriminações como hispânico no salário, não me pagam como exige a lei como eletricista, ficaram me devendo dinheiro", protestou. Desculpavam-se com a frase: "você não tem documentos".

Érika Alemán, também de Honduras, disse se sentir "orgulhosa de ser trabalhadora da construção".

"Nossas contribuições são vitais e estou aqui para dizer: nós, imigrantes, somos essenciais", afirmou.

Y.Chaudhry--DT