Dubai Telegraph - EUA alerta que investir na China pode se tornar 'muito arriscado'

EUR -
AED 4.244814
AFN 72.802804
ALL 95.914677
AMD 436.246704
ANG 2.068623
AOA 1059.686486
ARS 1612.008363
AUD 1.638291
AWG 2.082972
AZN 1.962345
BAM 1.969574
BBD 2.328475
BDT 141.855734
BGN 1.97528
BHD 0.436297
BIF 3432.136637
BMD 1.155602
BND 1.483243
BOB 7.989252
BRL 6.063493
BSD 1.156105
BTN 107.709447
BWP 15.776079
BYN 3.574902
BYR 22649.790599
BZD 2.325171
CAD 1.587086
CDF 2628.993471
CHF 0.913988
CLF 0.026713
CLP 1054.763637
CNY 7.97417
CNH 7.960725
COP 4269.832208
CRC 540.913237
CUC 1.155602
CUP 30.623441
CVE 112.151229
CZK 24.481386
DJF 205.373253
DKK 7.47086
DOP 67.978235
DZD 152.576569
EGP 60.372554
ERN 17.334023
ETB 181.657116
FJD 2.588804
FKP 0.867479
GBP 0.862477
GEL 3.13749
GGP 0.867479
GHS 12.593607
GIP 0.867479
GMD 85.514573
GNF 10143.290905
GTQ 8.843733
GYD 241.874076
HKD 9.052001
HNL 30.704397
HRK 7.533481
HTG 151.647087
HUF 392.943851
IDR 19565.490032
ILS 3.613959
IMP 0.867479
INR 107.442864
IQD 1513.838045
IRR 1519760.503236
ISK 143.791825
JEP 0.867479
JMD 181.624669
JOD 0.819309
JPY 182.423841
KES 149.763421
KGS 101.054924
KHR 4633.962204
KMF 494.597345
KPW 1040.027513
KRW 1724.007673
KWD 0.353926
KYD 0.963484
KZT 555.984674
LAK 24816.543481
LBP 103484.119913
LKR 360.370478
LRD 211.937779
LSL 19.449397
LTL 3.412191
LVL 0.699012
LYD 7.372499
MAD 10.814987
MDL 20.260655
MGA 4813.080507
MKD 61.61802
MMK 2426.462186
MNT 4143.804949
MOP 9.328119
MRU 46.350722
MUR 53.741226
MVR 17.853738
MWK 2007.279745
MXN 20.551813
MYR 4.551849
MZN 73.838926
NAD 19.44871
NGN 1568.150995
NIO 42.433955
NOK 10.997704
NPR 172.329658
NZD 1.976252
OMR 0.444335
PAB 1.156145
PEN 3.992022
PGK 4.971446
PHP 69.284099
PKR 322.586743
PLN 4.27635
PYG 7512.308906
QAR 4.211707
RON 5.093891
RSD 117.455653
RUB 99.556773
RWF 1686.022678
SAR 4.338713
SBD 9.300955
SCR 17.161078
SDG 694.516441
SEK 10.775205
SGD 1.478315
SHP 0.867
SLE 28.485234
SLL 24232.399446
SOS 660.428353
SRD 43.337431
STD 23918.619165
STN 24.845434
SVC 10.116052
SYP 127.727213
SZL 19.448949
THB 37.709593
TJS 11.069987
TMT 4.044605
TND 3.364245
TOP 2.782411
TRY 51.186048
TTD 7.836174
TWD 36.808226
TZS 3001.680884
UAH 50.840265
UGX 4369.74838
USD 1.155602
UYU 46.828911
UZS 14092.560843
VES 525.435424
VND 30380.765043
VUV 137.988555
WST 3.157358
XAF 660.611205
XAG 0.01622
XAU 0.000251
XCD 3.123071
XCG 2.083589
XDR 0.821585
XOF 660.428833
XPF 119.331742
YER 275.668443
ZAR 19.4876
ZMK 10401.796193
ZMW 22.631445
ZWL 372.103231
EUA alerta que investir na China pode se tornar 'muito arriscado'
EUA alerta que investir na China pode se tornar 'muito arriscado' / foto: Andy Wong - POOL/AFP

EUA alerta que investir na China pode se tornar 'muito arriscado'

A China poderá tornar-se "muito arriscada" para as empresas americanas se o clima regulatório não mudar, alertou a secretária de Comércio dos Estados Unidos, Gina Raimondo, nesta quarta-feira (30), no final da sua visita à potência asiática.

Tamanho do texto:

No quarto dia da sua visita à China, Raimondo afirmou ter apresentado "questões difíceis" nas suas reuniões com as autoridades locais.

O ambiente empresarial na China "tem que ser previsível, precisa ter condições de concorrência equitativas, precisa ter o devido processo, precisa ter transparência", disse em entrevista coletiva em Xangai.

"As empresas americanas precisam que medidas sejam tomadas para resolver essas questões, caso contrário será considerado muito arriscado" investir na China, acrescentou.

Gina Raimondo é a quarta autoridade dos EUA a visitar a China nos últimos meses, em uma tentativa de atenuar as divergências entre os dois lados sobre inúmeras questões econômicas e de segurança.

"Levantei questões difíceis como subsídios, práticas antimercado, ataques a empresas americanas, roubo de propriedade intelectual", disse a secretária do Comércio. No entanto, ela classificou as conversas como "produtivas" e um "excelente começo".

As empresas americanas na China denunciaram o que consideram um ambiente empresarial injusto, com pouca proteção da propriedade intelectual e tratamento preferencial aos concorrentes locais.

Esse sentimento foi reforçado este ano pelas medidas impostas às empresas de consultoria americanas que operam na China.

Uma nova lei anti-espionagem ambígua, que entrou em vigor em 1º de julho, também assustou empresas locais e estrangeiras que tentam compreender as intenções das autoridades e quais são os limites para suas atividades sob as novas regras.

- E-mails hackeados -

Gina Raimondo afirmou que também discutiu com as autoridades a suposta invasão de seu e-mail por agentes baseados na China.

"Mencionei que os meus próprios e-mails foram hackeados", disse, observando que este foi um "exemplo de uma ação que corrói a confiança em um momento em que estamos tentando estabilizar a relação".

Raimondo aproveitou a viagem para procurar discussões mais abertas com a China sobre as suas restrições comerciais, e os dois lados concordaram em criar um grupo de trabalho para resolver as suas disputas comerciais.

Ela também insistiu que as restrições americanas às empresas chinesas, que Washington diz serem para proteger a sua segurança nacional, não deveriam afetar as relações comerciais de forma mais ampla.

Mas o primeiro-ministro chinês, Li Qing, alertou Raimondo na terça-feira que as medidas dos EUA "politizam" a relação comercial e serão "desastrosas" para a economia global.

"A politização dos assuntos econômicos e comerciais e a extensão excessiva do conceito de segurança não só afetarão seriamente as relações bilaterais e a confiança mútua", disse Li a Raimondo, segundo a agência de notícias oficial Xinhua.

Raimondo reuniu-se com estudantes no campus de Xangai da Universidade de Nova York nesta quarta-feira e participou de uma reunião de executivas organizada pela Câmara do Comércio dos EUA na cidade chinesa.

O presidente dessa câmara na China, Michael Hart, disse à AFP que a organização apoia as palavras de Raimondo.

"Temos sido muito claros nas nossas reuniões com o governo chinês que, embora algumas empresas dos EUA estejam prosperando, ações como hackear as nossas empresas e restringir os fluxos de dados não ajudam a atrair mais IED (investimento estrangeiro direto)", afirmou Hart.

F.Damodaran--DT