Dubai Telegraph - Sob controle da LVMH, Tiffany reabre loja icônica em Nova York

EUR -
AED 4.184053
AFN 74.618673
ALL 88.85418
AMD 417.545026
AOA 1045.742925
ARS 1708.2429
AUD 1.632259
AWG 2.050476
AZN 1.93108
BAM 1.960892
BBD 2.294148
BDT 140.615164
BHD 0.429586
BIF 3394.676737
BMD 1.139153
BND 1.47352
BOB 12.979707
BRL 5.85092
BSD 1.139053
BTN 109.103853
BWP 15.690678
BYN 3.267471
BYR 22327.404041
BZD 2.290849
CAD 1.606662
CDF 2591.573817
CHF 0.932853
CLF 0.027035
CLP 1064.004037
CNY 7.713492
CNH 7.710598
COP 3663.004289
CRC 518.243552
CUC 1.139153
CUP 30.187562
CVE 110.896247
CZK 24.182117
DJF 202.450838
DKK 7.475805
DOP 66.413869
DZD 151.914077
EGP 57.515116
ERN 17.087299
ETB 182.494234
FJD 2.541166
FKP 0.856274
GBP 0.857042
GEL 2.984233
GGP 0.856274
GHS 13.271048
GIP 0.856274
GMD 84.297612
GNF 9978.982699
GTQ 8.689528
GYD 238.258734
HKD 8.932499
HNL 30.619893
HRK 7.537552
HTG 148.865937
HUF 361.079739
IDR 20602.725994
ILS 3.485359
IMP 0.856274
INR 108.901059
IQD 1492.29078
IRR 1566478.136432
ISK 142.211756
JEP 0.856274
JMD 180.378425
JOD 0.807619
JPY 186.582107
KES 147.523123
KGS 99.618899
KHR 4603.954214
KMF 493.253228
KRW 1655.429135
KWD 0.353821
KYD 0.949161
KZT 544.762302
LAK 25807.517283
LBP 102011.174897
LKR 382.764
LRD 206.417527
LSL 19.126114
LTL 3.363624
LVL 0.689063
LYD 7.296236
MAD 10.671553
MDL 20.161268
MGA 4909.750792
MKD 61.679906
MMK 2392.421433
MNT 4096.203526
MOP 9.199991
MRU 45.62885
MUR 54.098476
MVR 17.611437
MWK 1977.570402
MXN 19.86421
MYR 4.660505
MZN 72.803345
NAD 19.126911
NGN 1556.971808
NIO 41.858752
NOK 11.038286
NPR 174.566566
NZD 1.96893
OMR 0.438004
PAB 1.139058
PEN 3.877715
PGK 5.006575
PHP 69.989341
PKR 316.524664
PLN 4.325992
PYG 6851.793424
QAR 4.151647
RON 5.231443
RSD 117.405694
RUB 89.70867
RWF 1668.859537
SAR 4.28195
SBD 9.186869
SCR 15.385122
SDG 684.065219
SEK 11.036155
SGD 1.47133
SLE 27.623884
SOS 651.022496
SRD 43.118662
STD 23578.172693
STN 24.947457
SVC 9.966883
SZL 19.120692
THB 38.207252
TJS 10.496157
TMT 3.998428
TND 3.377579
TRY 53.965193
TTD 7.747084
TWD 36.88077
TZS 3014.7698
UAH 51.223322
UGX 4300.148181
USD 1.139153
UYU 45.758831
UZS 13678.952897
VES 845.117297
VND 29999.601296
VUV 135.749045
WST 3.13382
XAF 657.661996
XAG 0.019937
XAU 0.000283
XCD 3.078618
XCG 2.052822
XDR 0.817036
XOF 653.301676
XPF 119.331742
YER 271.289043
ZAR 18.997777
ZMK 10253.744608
ZMW 21.300315
ZWL 366.806887
Sob controle da LVMH, Tiffany reabre loja icônica em Nova York
Sob controle da LVMH, Tiffany reabre loja icônica em Nova York / foto: Kena Betancur - AFP

Sob controle da LVMH, Tiffany reabre loja icônica em Nova York

Nova-iorquinos e turistas poderão voltar a admirar os anéis e diamantes da Tiffany em sua loja icônica da Quinta Avenida, um movimento que reflete o impulso dado por sua nova proprietária, a gigante francesa do luxo LVMH.

Tamanho do texto:

Imortalizada pelos olhares da atriz Audrey Hepburn no filme "Bonequinha de Luxo", de 1961, a loja reabriu oficialmente nesta quarta-feira (26), na presença de personalidades e jornalistas, antes de voltar a receber o público, na próxima sexta-feira.

Iniciadas em 2019, as obras demoraram mais do que o previsto, reconheceu o diretor-executivo da joalheria, Anthony Ledru. Mas o resultado "supera nossos sonhos mais loucos", ressaltou.

No térreo, os visitantes são recebidos por uma sucessão de vitrines de joias e paredes decoradas com grandes espelhos, que projetam vídeos do Central Park. Elevadores levam aos andares superiores, onde os clientes podem acessar as coleções da Tiffany, salões privados ou uma cafeteria dominada pela cor turquesa, um símbolo da marca.

O objetivo é oferecer “uma experiência única aos clientes”, explicou Ledru à AFP antes da inauguração. A Tiffany busca permanecer fiel às suas origens, sem deixar de ser relevante culturalmente, ressaltou, acrescentando que deseja se abrir "a todas as gerações".

- Provocação, Beyoncé e Nike -

Fundada em 1837, em Nova York, e conhecida principalmente por seus diamantes, joias de prata e anéis de noivado, a empresa foi adquirida pela LVMH em 2021, por cerca de US$ 16 bilhões (cerca de R$ 89 bilhões na cotação da época). Possui 14.000 funcionários e cerca de 300 pontos de venda.

Bernard Arnault, diretor-executivo da LVMH, disse em janeiro que a Tiffany iria "superar US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5 bilhões) em receita operacional recorrente pela primeira vez". "Estávamos apenas na metade do caminho quando adquirimos este negócio", acrescentou.

Auxiliado por um dos filhos de Bernard Arnault, Alexandre Arnault, Anthony Ledru atualizou a marca: convocou o casal de maior destaque no show business americano (Jay-Z e Beyoncé) para promover seus produtos, lançou uma campanha em torno do slogan provocativo "Não é a Tiffany da sua mãe" e firmou parceria com a Nike.

"A Tiffany era uma 'Bela Adormecida'", comentou Erwan Rambourg, especialista do banco HSBC no setor de luxo. Baseou-se em uma "notoriedade muito forte", mas também foi "muito conservadora em suas escolhas, muito lenta e bastante fechada no curto prazo" para satisfazer os acionistas, explicou.

A nova gestão, impulsionada pelo "espírito de conquista próprio de Bernard Arnault", segundo Rambourg, reposicionou a marca, ao dar um pouco menos de importância aos produtos relacionados a casamentos e às joias de prata e aumentar alguns preços.

"A direção antiga falava muito sobre os preços mais baixos, o que não é, necessariamente, uma boa abordagem no setor de luxo", avaliou Luca Solca, da consultoria Bernstein. Seu marketing e sua comunicação estão “mais modernos”, uma estratégia necessária “para atrair consumidores mais jovens”, explicou o analista.

- Joias mais reconhecidas -

A empresa também lançou produtos mais reconhecíveis, como as coleções de joias T by Tiffany, ou, mais recentemente, a Lock, uma linha de pulseiras.

"É bastante difícil colocar um grande logotipo em um anel, uma pulseira ou um pingente, mas o formato de certos produtos ditos icônicos pode, a uma distância de 20 metros em um restaurante ou bar, permitir identificar que se trata de um joia da Tiffany, Cartier ou Van Cleef", comentou Rambourg.

Segundo o especialista, o grupo também desenvolveu uma nova abordagem para suas lojas, apostando em um conceito “mais feminino, caloroso, acolhedor”. Segundo o entorno de Arnault, a reforma da loja de Nova York representa o "maior investimento feito no mundo do luxo" em uma operação com estas características.

A Tiffany realizava no local cerca de 10% de suas vendas antes das obras, durante as quais os clientes podiam frequentar um espaço temporário próximo.

Sem querer antecipar objetivos concretos, Anthony Ledru disse que o grupo espera receber “milhões de visitantes de todo o mundo” anualmente.

B.Krishnan--DT