Dubai Telegraph - Emissões de CO2 geradas por combustíveis fósseis vão bater recorde em 2025, diz estudo

EUR -
AED 4.322001
AFN 74.727613
ALL 95.854467
AMD 436.354081
ANG 2.106436
AOA 1080.353602
ARS 1633.925287
AUD 1.63109
AWG 2.11834
AZN 1.998266
BAM 1.964993
BBD 2.370823
BDT 144.429813
BGN 1.963116
BHD 0.44441
BIF 3501.146003
BMD 1.176856
BND 1.501546
BOB 8.13364
BRL 5.832854
BSD 1.177122
BTN 111.662209
BWP 15.996996
BYN 3.321708
BYR 23066.373667
BZD 2.367397
CAD 1.597223
CDF 2730.305896
CHF 0.917009
CLF 0.026941
CLP 1060.31161
CNY 8.035748
CNH 8.034206
COP 4303.326222
CRC 535.158251
CUC 1.176856
CUP 31.186679
CVE 111.209953
CZK 24.380927
DJF 209.150551
DKK 7.474476
DOP 69.904583
DZD 155.80518
EGP 62.920473
ERN 17.652837
ETB 184.766826
FJD 2.579781
FKP 0.866615
GBP 0.8639
GEL 3.15986
GGP 0.866615
GHS 13.174934
GIP 0.866615
GMD 86.500204
GNF 10329.856397
GTQ 8.992951
GYD 246.259888
HKD 9.221201
HNL 31.328052
HRK 7.534466
HTG 154.197118
HUF 362.0091
IDR 20366.666463
ILS 3.464463
IMP 0.866615
INR 111.579288
IQD 1541.681097
IRR 1547565.3762
ISK 143.846642
JEP 0.866615
JMD 184.442897
JOD 0.834335
JPY 184.408602
KES 152.026369
KGS 102.881321
KHR 4722.138141
KMF 494.279038
KPW 1059.171206
KRW 1727.04776
KWD 0.361636
KYD 0.98096
KZT 545.223315
LAK 25864.353505
LBP 105387.43694
LKR 376.206807
LRD 216.36481
LSL 19.606733
LTL 3.474949
LVL 0.711868
LYD 7.478885
MAD 10.867053
MDL 20.281349
MGA 4889.835397
MKD 61.804693
MMK 2471.395963
MNT 4213.5789
MOP 9.498222
MRU 47.062619
MUR 55.347863
MVR 18.188279
MWK 2049.48462
MXN 20.486682
MYR 4.672689
MZN 75.207001
NAD 19.606749
NGN 1617.964849
NIO 43.214488
NOK 10.880844
NPR 178.650944
NZD 1.989798
OMR 0.452379
PAB 1.177092
PEN 4.128058
PGK 5.107097
PHP 72.090067
PKR 328.048797
PLN 4.245754
PYG 7239.577057
QAR 4.288168
RON 5.204295
RSD 117.704128
RUB 87.9477
RWF 1720.563179
SAR 4.41348
SBD 9.472022
SCR 16.163657
SDG 706.704031
SEK 10.802518
SGD 1.496596
SHP 0.878642
SLE 28.98009
SLL 24678.073172
SOS 672.577132
SRD 44.082702
STD 24358.538984
STN 24.949343
SVC 10.300195
SYP 130.075989
SZL 19.606636
THB 38.113666
TJS 11.041052
TMT 4.12488
TND 3.39174
TOP 2.833587
TRY 53.158346
TTD 7.990128
TWD 37.183349
TZS 3065.709163
UAH 51.72203
UGX 4426.139755
USD 1.176856
UYU 46.944211
UZS 14048.724067
VES 575.029866
VND 31017.211447
VUV 139.817906
WST 3.219867
XAF 659.08808
XAG 0.01562
XAU 0.000255
XCD 3.180511
XCG 2.121459
XDR 0.817913
XOF 659.626121
XPF 119.331742
YER 280.856328
ZAR 19.509878
ZMK 10593.116886
ZMW 21.98243
ZWL 378.947087
Emissões de CO2 geradas por combustíveis fósseis vão bater recorde em 2025, diz estudo
Emissões de CO2 geradas por combustíveis fósseis vão bater recorde em 2025, diz estudo / foto: Olivier MORIN - AFP/Arquivos

Emissões de CO2 geradas por combustíveis fósseis vão bater recorde em 2025, diz estudo

O ano de 2025 vai registrar um recorde de emissões globais de CO2 geradas por combustíveis fósseis, destaca um estudo publicado nesta quinta-feira (13, data local). A pesquisa alerta que pode ser impossível limitar o aquecimento global a +1,5°C.

Tamanho do texto:

O relatório anual Global Carbon Budget estuda as emissões de CO2 geradas pela queima de hidrocarbonetos, produção de cimento e pelo uso do solo, como o desmatamento, e relaciona esses dados com os limites estabelecidos em 2015 pelo Acordo de Paris.

Uma equipe internacional de cientistas concluiu que as emissões de CO2 procedentes de combustíveis fósseis serão 1,1% maiores em 2025 do que um ano antes, e que as energias renováveis não vão ser capazes de suprir o crescimento da demanda energética.

Segundo o relatório, as emissões procedentes de petróleo, gás e carvão devem aumentar neste ano, elevando o total para um recorde de 38,1 bilhões de toneladas de CO2.

Para limitar o aquecimento global a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais, o estudo afirma que não mais do que 170 bilhões de toneladas adicionais de CO2 devem ser lançados na atmosfera.

"Isso equivale a quatro anos de emissões no ritmo atual antes de que se esgote o orçamento para 1,5°C, então é basicamente impossível", disse o diretor da pesquisa, Pierre Friedlingstein, da Universidade de Exeter, no Reino Unido.

O fracasso em reduzir as emissões responsáveis pelo aquecimento global lança uma sombra sobre a COP30, que acontece com a ausência dos Estados Unidos, o segundo maior poluidor do mundo.

Apesar de todos os indícios de que 2025 será um dos anos mais quentes já registrados, os planos climáticos dos países não estão à altura. "Coletivamente, o mundo não está entregando", disse à AFP Glen Peters, do centro para a pesquisa climática CICERO, na Noruega. "Todos precisam fazer a sua parte, e precisam fazer mais."

- Quando o pico será atingido? -

Segundo Peters, as emissões de combustíveis fósseis na China permaneceram inalteradas globalmente neste ano, principalmente em relação ao carvão, o que poderia indicar que as energias renováveis vão começar a suprir uma parcela cada vez maior da demanda energética.

Ao mesmo tempo, o especialista ressaltou que a incerteza em torno da política do maior poluidor do mundo torna prematuro afirmar que suas emissões já atingiram um pico. "A balança se inclina para onde se espera que as emissões comecem a diminuir, mas isso levará algum tempo."

Nos Estados Unidos, as emissões geradas por carvão se aproximaram de 7,5%, após o aumento do preço do gás levar os consumidores a recorrerem a essa fonte de energia, mais poluente.

De modo geral, tanto os Estados Unidos quanto a União Europeia desafiaram as tendências de baixa recentes com um aumento de suas emissões, em parte devido ao crescimento da demanda por calefação no inverno.

Na Índia, a temporada de monções mais precoce e o crescimento das energias renováveis ajudaram a conter o aumento das emissões de CO2 em comparação com os últimos anos.

Publicado na revista Earth System Science Data, o estudo destaca que 35 países conseguiram reduzir suas emissões sem prejudicar o crescimento de sua economia, o dobro do registrado há uma década.

Projeções apontavam que as emissões totais da humanidade, incluindo as procedentes do solo, seriam de 42,2 bilhões de toneladas neste ano, levemente inferiores às do ano passado, um dado incerto em grande parte.

Segundo os cientistas, a redução do desmatamento e dos incêndios florestais na América do Sul, em parte devido ao fim das condições muito secas do El Niño 2023-2024, contribuiu para a redução das emissões causadas pelo uso do solo.

F.Chaudhary--DT